quarta-feira, 19 de maio de 2010

Marcha Fúnebre




Desde o balbuciar ingênuo até
Degrada-se dentre rugas e morbidez
Carrega-se uma mente totalmente enganada
Forças superiores os iludem
O sistema covarde os conduz como simples títeres
Às vezes pensam ser reis,
Mas no momento de colocarem as coroas
Tiram-se as máscaras a descobrem
Que são apenas indivíduos ineptos
E não passam de frágeis e lacaios mortais
Verdadeiros bobos da corte
O Castelo? Esse sim continua de pé.
Porque sua estrutura é forte e poderosa
Ao contrário deles, não foi feita de barro.
São forçosamente encaminhados a um funeral lúgubre.
Acompanhada por uma legião de maus discípulos
Uma semideusa nua, de sorriso lascivo...
E olhar luzente de donzela.
Os espera como desprezíveis mentecaptos
Para depositá-los em seus esquifes
Que a mesma aprecia como belos relicários.
E a marcha fúnebre prossegue.
Conseqüentemente serão esquecidos por todos
Sem deixar vestígio algum.

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